Quinta-feira, 5 de Abril de 2007
Continuação do sumário anterior.
Vamos lá seus comentaristas.
Estou numa de hibernar, não sei porquê, mas com tanta coisa que aconteceu hoje, não me ocorre nada.
Ancião já foi ontem, mas não queria ser de lá, é muito frio, é muito quente, é só nevoeiro as estradas são uma lástima, não sei o que é que aqueles autarcas, com letra pequena lá estão a fazer.Pombal outra autarquia que não faz nada por aqueles caminhos,mas não sois só vós, esperai por mais criticas, lá mais prá frente.
Alcobaça e as suas rotúndinhas, a sua variante, que me perdõem os pequeninos, mas parece mesmo, o dito Portugal em Coimbra.
A rotunda de Évora   de Alcobaça que me perdoem os SRs arquitetos de estradas e os Srs engenheiros de estradas, mas têm que ir novamente para a escola,isto é a minha opinião e será sempre assim, até que a vóz me dôa.
Atão né que tou memo xanado, iiii     só me faltava esta ,agora tenho que pagar a taxa moderadora.
Vou memo passar o visto á rua, até já.
O Alasca pertence aos USA,á tá a dar o um contra todos .
Alô filhos da escola tá tudo bem?
Vamos lá á seca,  então essas saudades, não me digam que não as têm?
Aquela recruta no grupo um,o curso no grupo dois ,as dádivas de sangue para apanhar dez dias de licença, e depois o embarque na João Belo só no pontão depois trouxa ás costas e aí sim, ( NAVIO ESCOLA SAGRES) aquela subida ao mastro grande,sob o olhar atento do mestre de apito na mão, desce daí ó marinheiro, não precisas estar aí na ponta do mastro,e eu, qual lobo do mar, cheio de medo do mandão.E depois o gurupés, a mesena e o traquete.
E lá vou eu outra vez prás minis, os dados, o monopólio as ondas que pareciam castelos, a camaradajem ,. de quantos habitavam aqule hotel ambulante com velas ,com a cruz de cristo.
O mais belo de todos os veleiros do mundo ,na minha modesta opinião.
Leixões Lagos Portimão Canárias as terras do Sor. Alberto João, os Açores e as suas ortences,o queijo da ilha, os copos e as minis ,lá estou eu outra vez nas minis, ilhas lindas.
Há, vejam bem, isto já foi praí há vinte e oito anos, encontrei lá a avó guída a Ortençe, e muitas mais Ortençes que nem sei o nome delas.
Alô marujos, aguentem-se aí, sempre firmes e hírtos.
Amanhã talvês haja mais, está-me a dar o sono, e como não sou padeiro, vou dormir.
Txau e até amanhã


publicado por velhinhopregasecas às 21:02
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1 comentário:
De avó guida a 6 de Abril de 2007 às 15:26
Olá
Este texto é enorme, tem muito pano p'ra mangas, e muita ponta por onde se lhe pegue.
Achei giro referires aqui a viagem aos Açores, é que a avó guida sou eu e lá te envontrei e te abracei cheia de saudades. Belos tempos, fõi giro conhecer o navio , lindo (cheio de belos marujos).
Também gosto de recordar tempos felizes.
Boa Páscoa e por aqui fico.bjs da avó guida

















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